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Obras frente às Torres Ofir / norte

Obras frente às torres / norte http://blogdesposende.blogspot.pt/

Posted by Vale do Cávado - Blogues on Sexta-feira, 3 de Julho de 2015

São Bartolomeu do Mar

Mar / S. Bartolomeu http://blogdesposende.blogspot.pt/

Posted by Blogues Vale Do Cávado on Sábado, 9 de Maio de 2015

Marinhas

Marinhas http://blogdesposende.blogspot.pt/

Posted by Blogues Vale Do Cávado on Quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

ofir

Praia de Ofirhttp://blogdesposende.blogspot.pt/

Posted by Blogues Vale Do Cávado on Domingo, 4 de Novembro de 2012

Esposende mantém-se como excelente destino balnear



Esposende continua a ser um excelente destino balnear. Prova disso é a Bandeira Azul que, na presente época balnear, voltou a ser atribuída às praias de Cepães, Suave Mar, Ofir e Apúlia.

A juntar a este “selo de qualidade”, as praias de Cepães e Apúlia ostentam a classificação de Praias Acessíveis e foram distinguidas como Praias com Qualidade de Ouro, pela Associação Ambientalista Quercus.


Com base no histórico das análises efectuadas às águas balneares dos últimos quatro anos, as praias do concelho apresentam resultados que comprovam o cumprimento total dos parâmetros legais, traduzindo-se em 100% de conformidade perante os critérios da Directiva Quadro da Água e da Bandeira Azul.

Os resultados demonstram a existência de águas balneares de boa e excelente qualidade nas praias de Rio de Moinhos e Cepães (Marinhas), Suave Mar (Esposende), Ofir (Fão), Apúlia e Ramalha (Apúlia), garantido a existência de água própria para banhos durante todo o período balnear.

Os resultados das análises à qualidade das águas balneares poderão ser consultados através do sítio da internet da Esposende Ambiente em www.esposendeambiente.pt.

Deste modo, as praias de Esposende apresentam excelente qualidade para a época balnear 2012, que se iniciou a 15 de Junho e decorre até ao dia 15 de Setembro.

09-07-2012 - Correio do Minho

Juntas de freguesia asseguram limpeza de praias e pinhais na época balnear



Tendo em vista garantir a limpeza e o asseio das praias e pinhais do concelho, durante a época balnear de 2012, a Câmara Municipal de Esposende vai renovar os protocolos de delegação de competências com as Juntas de Freguesia, de acordo com deliberação tomada na última reunião do executivo.


Durante o período de 15 de Junho a 30 de Setembro, as Juntas de Freguesia assumem a realização das tarefas de limpeza e a Autarquia apoia financeiramente a contratação do pessoal e a aquisição de todo o equipamento e material necessário para a execução dos trabalhos, além de assegurar o apoio técnico para a coordena ção e fiscalização dos trabalhos.

O investimento camarário é de 37 350 euros, montante a transferir para as Juntas de Freguesia de Antas, Apúlia, Belinho, Fão, Fonte Boa, Forjães, Gemeses, Mar, Marinhas, Rio Tinto e Vila Chã.

Esta prática tem vindo a ser mantida ao longo dos últimos anos e tem-se revelado muito positiva, já que tem permitido assegurar a conservação e valorização das praias, zonas ribeirinhas e áreas de pinhal concelhias, contribuindo para a potenciação destes locais em termos turísticos.

11-05-2012 - Correio do Minho

Praias de Esposende a desaparecer


O mar está a galgar, a toda a velocidade, os areais do concelho de Esposende. Há praias em risco total de desaparecimento e urge uma política de preservação que proteja e combata este fenónemo. O problema afecta a costa portuguesa e no concelho de Esposende acaba de soar mais um alerta para evacuar populações e construções.


Estas foram as principais preocupações, referidas por especialistas, que falaram ontem na palestra sobre a ‘Defesa da Orla Costeira’, que decorreu no Centro de Educação Ambiental.

Há casos de enorme gravidade, como são as dunas de Belinho, que já chegaram a ter 20 metros de altura, mas que nos últimos anos foram reduzidas praticamente na sua totalidade. Perante este cenário, as populações encontram-se em sobressalto e esperam por medidas imediatas.

Artur Viana, do Parque Litoral Norte, assinalou que “não é fácil arranjar soluções para combater este fenómeno erosivo”, todavia advertiu para a “necessidade de uma política de protecção destas zonas a longo prazo, incluindo-as nas Cartas de Risco do Litoral, Planos de Ordenamento da Orla Costeira e Educação Ambiental”. Além disso, considerou imperativa a “proibição da construção em zonas de risco”.


Por seu turno, Alexandra Roeger, presidente do conselho de administração da Esposende Ambiente, salientou que “é necessária uma revisão dos planos de gestão da região hidrográfica”, já que “passados 12 anos, depois de implementada a Directiva Quadro da Água na União Europeia, continuam a assinalar-se muitos dos mesmos problemas” e “muitas das medidas não têm em linha de conta o estado ecológico efectivo das regiões”.

Intervenções não são solução

Apesar das intervenções possíveis para diminuir o impacto do avanço do mar nas zonas costeiras, com obras de engenharia ‘pesada’ como a construção de esporões, paredões e zonas de quebra-mar, o certo é que muitas destas ‘soluções’ acabam por não resolver verdadeiramente os problemas.


As consequências do fenómeno erosivo são bem visíveis um pouco por todo o concelho de Esposende: muitas das praias de areais foram substituídas por praias de seixos e as que ainda são praias balneares estão a ficar, cada vez, mais estreitas.

01-03-2012 - Correio do Minho

Suave Mar atrai veraneantes

“Olha o gelado da Olá! Olha o geladinho!”. Paulo Mendanha, 48 anos, o vendedor de gelados, fazia-se ouvir na praia Suave Mar, em Esposende ao início da tarde de anteontem - um dos primeiros dias do mês que mais veraneantes atraiu ao concelho. Mas o negócio sazonal já não é o que era. “É a crise”.


Desde os 16 anos que o vendedor ambulante percorre as praias esposendenses com a arca congeladora às costas. “Mas as pessoas já não compram tanto como antigamente. Antes havia muitos que gostavam de oferecer gelados às crianças, mas hoje em dia já se contêm mais, dizem que não querem e evitam comprar”, referiu.
“O tempo este ano também não tem ajudado e acaba por afastar mais as pessoas de virem à praia”, apontou.

O certo é que sempre que o sol dá mais o ‘ar de sua graça’, as famílias acordam cedo para ir para a praia. Umas preferem alugar uma barraca para vários dias, outras preferem ‘armar-se’ de bagagens e lancheiras para passar lá o dia inteiro.
A família Sá, de Viana do Castelo, passa férias na praia de Suave Mar há anos. “Temos cá casa e acabamos por vir cá todos os anos passar uns dias”, comentaram à equipa de reportagem do jornal ‘Correio do Minho’.
“Gostamos desta praia em especial porque tem pouco vento”, garantiram os membros da família Sá.


Mas há muitos grupos de amigos dos concelhos próximos de Esposende que optam, também, por uma ida àquela praia. Maria, de 19 anos, é de Barcelos e trouxe consigo a amiga Candy, de 20 anos.
“Decidimos vir para aqui porque temos cá amigos, mas também porque esta é uma praia muito limpa, além de ser vigiada pelos nadadores-salvadores”, comentaram.

Lurdes e José Miquelino são o casal que investiu no bar ‘Mar Alto’ que concessiona a praia e garante a sua segurança com a contratação de dois nadadores-salvadores, a quem pagam mil euros por mês durante a época balnear.
Mas Lurdes Miquelino refere que “os hábitos dos portugueses estão a mudar no aspecto de férias.


No mês de Julho acaba sempre por haver menos gente porque também coincide com a época de exames. Em Agosto e Setembro há mais pessoas a ir à praia”.
“Ainda tenho clientes que alugam barracas há muitos anos e que acabaram por passar essa modalidade de férias para os seus filhos, que continuam a vir”, salientou a responsável.

“Penso que a Internet veio alterar também muito os hábitos dos banhistas, porque quando o tempo está menos bom acabam por nem sequer sair de casa - quando antes vinham para a praia de qualquer forma”.
“Investimos aqui num novo bar o ano passado porque queremos que os nossos filhos dêm continuidade a esta bonita actividade. Fazemos grandes amizades”.

05-08-11 - Correio do Minho

‘Praia de Ofir’ repleta de banhistas

A praia de Fão, Esposende, mais conhecida a nível turístico como ‘praia de Ofir’ estava, ontem, ‘apinhada’ de banhistas e veraneantes. O Verão deste ano não tem sido, todavia, dos melhores para quem vive do turismo devido ao clima, mas as concessionárias queixam-se, sobretudo, das “mudanças de hábitos’ dos banhistas que “deixaram de ir à praia em dias menos bons”.
Portadora da bandeira azul, a ‘praia de Ofir’ é uma das mais famosas da região e uma das predilectas por muitos veraneantes para passar as suas férias durante todo o ano.



“Este ano em termos de clientela tem estado tudo muito fraco, também porque o mês de Julho foi dos piores dos últimos anos, e tem estado muito vento - o que acaba por ditar o afastamento dos banhistas”, lamentou João Esteves, o responsável pelo ‘Bar Azul’ e um dos dois concessionários naquela praia.
“As pessoas mudaram. Habituaram-se a ver sempre como está o tempo antes de sair de casa, sobretudo através da Internet e acabam por não sair quando as previsões o aconselham”, apontou.

“Isto não acontecia há alguns anos atrás, porque as pessoas vinham sempre à praia, aluga-vam a sua barraca e mesmo que não estivesse um bom dia de praia acabavam por ficar na mesma”, recordou João Esteves.
“O mês de Agosto já começou melhor e já se nota uma maior afluência das pessoas na praia, pelo menos nestes primeiros dias”, referiu, indicando que “são os emigrantes portugueses que cá deixam mais dinheiro quando vêm à praia porque consomem mais bens”.

O facto de esta ser uma das praias com bandeira azul “é extremamente importante porque é uma imagem de marca e de qualidade, caracterizando a praia como uma praia limpa, com bons acessos para os banhistas e com uma óptima qualidade de água”.

Nadadores-salvadores lamentam o facto de veraneantes não acatarem conselhos

A praia de Fão, Esposende, é uma das praias mais bem vigiadas da região minhota. Os nadadores-salvadores protagonizam um importante trabalho, diariamente, de Junho a Setembro.
Miguel Silva e Bruno Coutinho são dois dos nadadores-salvadores que guardam a praia por esta altura. “O mais difícil mesmo é que muitas vezes as pessoas não acatam os nossos conselhos. Vêm muitas vezes e não colocam protector solar e há quem tenha atitudes perigosas dentro de água por estar sob o efeito de álcool. Infelizmente ainda deixam algum lixo na praia, embora isso tenha melhorado nos últimos anos”.


“Aqui o mar é muito tranquilo”

Há quem venha à ‘praia de Ofir’ há dezenas de anos. Muitos experimentaram outras, durante alguns
anos até, mas acabaram por preferir esta e há até quem tenha gostado tanto que acabou mesmo por adquirir casa na área, só para ter o prazer de poder frequentar a praia o ano inteiro.
Esse foi o caso, por exemplo, de Fernanda Castilho, de 60 anos, da Póvoa de Lanhoso. “Eu costumo dizer que venho para as ‘Caraíbas de Ofir’. Há 32 anos que é assim e para mim é a praia mais bonita de todas”, garantiu à reportagem do jornal ‘Correio do Minho’.

“O que eu mais gosto nesta praia é do facto de ser uma praia muito calminha. É uma praia pequena, mas muito acolhedora. Aqui o mar é muito tranquilo. E é aqui que eu recarrego as baterias para todo o ano”, afirmou a veraneante. Fernanda gostou tanto que comprou casa. “Este é o meu refúgio o ano inteiro”.

Também o casal Agostinho Peixoto e Maria Oliveira, ambos de 88 anos, acabou por adquirir casa ali perto. “Começámos por fazer férias na Póvoa de Varzim , depois ainda passámos pela praia de Apúlia durante algum tempo e acabámos por ficar de vez aqui nesta praia e comprámos casa aqui em Fão já há 15 anos”.

Sentados na esplanada que oferece uma das bibliotecas de praia do concelho, o grupo de amigos aproveita estes momentos de ócio e lazer para desfrutar do prazer da leitura e ‘passar a vista’, também, pelos jornais diários, para estarem a par dos acontecimentos. Luís Nozes Tavares, de Braga, é outro dos banhistas que já é assíduo, todos os anos, naquela praia.

“Venho cá há mais de 30 anos, sempre com a minha família”, assinalou, referindo que esta já é uma tradição familiar herdada pelos pais. Ontem, desfrutava de uma das barracas de praia com os amigos.
Tania Couto, de 21 anos, é, durante esta quinzena, a responsá-vel pelo espaço de leitura e onde faz a estatística diária do número de leitores e das suas preferências de leitura.

Bibliotecas de praia são um êxito junto dos banhistas

“Uma grande parte das pessoas que cá estão a passar férias e que costumam passar aqui na biblioteca de praia são ‘clientes frequentes’ e a grande maioria vem de Braga”, referiu a jovem estudante de Ciências Farmacêuticas.


“Normalmente são os homens aqueles que mais procuram ler, sobretudo, os jornais regionais e em termos de faixas etárias, a esmagadora maioria, mais de 70 por cento, tem mais de 50 anos”, indicou. Em termos de obras, as literaturas portuguesa e inglesa são as maios procuradas durante os dias de Verão.
Mas “os estrangeiros que cá se encontram de férias vêm aqui procurar informações através dos guias que nós disponibilizamos e pedem-nos quase sempre informações mais específicas”, assinalou.

04-08-11 - Correio do Minho